Mostrando postagens com marcador Daniel Sobreira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Daniel Sobreira. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Passar a noite com quem se ama

Essa noite tive um sonho tão bom
um sonho meio doidinho e às avessas...
mas acordei feliz por ter passado a noite rodeada das pessoas que eu amo.

Era lá na varanda da casa do Hugão e do Brunin.... um forrozinho familiar. Eu pegava a sanfona do meu pai e começava a tocar "A Morte do Vaqueiro". O Dani chegava depressa com o copinho de cerveja na mão e dizia:
 - Opa, deixa q eu canto! Essa eu sei!
E começava a cantoria.
No sonho, a sanfona tinha um peso fora do normal e eu mal conseguia segurá-la... acho q era o peso q tinha na minha infância, quando eu bancava a fortona e me oferecia para carregá-la até o carro.
Quando acabamos a Leninha me chamou lá cozinha, onde cuidava da galinhada, e disse:
- É Betinha, você tá tocando até bem, mas a Isabela tá cantando muito melhor q você...

E de repente estávamos no Center Shopping: meu pai, eu e a Mel. Meu pai pagou a conta do restaurante, eu devolvi a carteirinha da Mel  e ela foi-se embora. Quando dei por mim, já chegava em ponta negra, na minha motinha verde, e.... putz! Esqueci meu pai no shopping! Tadinhooooo.... voltei furando todos os sinais. Quando cheguei lá, ele tava sentadinho numa mureta, no estacionamento, rabiscando um papelzinho q cabia inteiro na palma da sua mão. Tava com uma carinha de abandonado, o coitadinho... e tinha outros pais esquecidos lá, também.

Coisa triste é ver pais esquecidos...

Acordei com uma dorzinha no coração... uma saudade de todo mundo... e cantei essa música o dia todo.



Agradecimentos:

ao meu pai, com promessa de nunca mais esquecê-lo no shopping, sozinho... ao Dani, por cantar tão  direitinho e com tão boa vontade essa música q eu gosto tanto... ao Hugo e ao Bruno por emprestarem a varanda pro forró e tocarem, respectivamente, zabumba e triângulo.... à Leninha pela delícia de galinhada... à Isa pela aparição surpresa...  à Mel por me acompanhar até o shopping de Uberlândia e me emprestar sua carteirinha sei lá pra q... à minha mãe, à Érika, ao Neri e à Gil pela figuração... e à Luiz Gonzaga pela bela trilha sonora.




sábado, 7 de maio de 2011

As melhores coisas da vida

Nada melhor que um bom livro para se ler na praia enquanto se toma sol e água de coco.
Nada melhor do que passar o dia sendo enganada pelos amigos que estão preparando uma festa surpresa pra você.
Nada melhor que ser despertada às 5:30 da manhã e pensar “Q droga! Mais um dia de trabalho!”,  mas daí se lembrar que é quarta e que na quarta você não trabalha de manhã.
Nada melhor que pão de queijo quentinho com café no meio da tarde.
Nada melhor que ir ao dentista desconfiada que  terá más notícias e ele dizer que não tem nada pra fazer na sua boca, só passar flúor.
Nada melhor que comer aquele camarão ao molho de manga com maracujá e purê de jerimum no “Camarões”.
Nada melhor que ficar de molho por horas na banheira da minha mãe.
Nada melhor que 5 pessoas te ligarem numa noite de sexta-feira te convidando para 5 programas diferentes e você ficar numa saia justa danada por não querer dispensar ninguém e querer estar no 5 lugares ao mesmo tempo.
Nada melhor que passar uns 10 dias em Uberlândia e rever a família e os amigos queridos.
Nada melhor que  frequentar sempre os mesmos lugares e ver sempre as mesmas pessoas (vc pode até reclamar disso hoje, mas daqui um tempo vai perceber o quanto era bom).
Nada melhor que ter um carro que  te leva e te trás do trabalho, todos os dias, sem quebrar, no meio do caminho.
Nada melhor do que gostar de quem também gosta de você.
Nada melhor que uma tigela enorme de açaí com frutas num dia muito quente (principalmente, quando ele não se esquece do coco ralado)
Nada melhor que pular que nem doida (e achar q tá dançando frevo) ao som de Armandinho Macedo, de graça, na praça da árvore.
Nada melhor que encontrar um forró pé-de-serra roots, de verdade, aqui por esses lados, conseguir cortesias e dançar até fazer bolhas nos pés.
Nada melhor que um secretário de cultura  massa que sabe valorizar a música tradicional nordestina pra botar ordem no São João de Campina Grande.
Nada melhor que chorar de tanto rir, pela milésima vez, daquela história de quando seu irmão se aventurou nos prazeres do toboágua, lá pras bandas de Rifaina e emendar nessa história aquela vez q ele ficou surdo e q a gente contava piada e ele não ria, ou ainda, quando pediram para ele tocar "Chiclete com banana"  (Jackson do Pandeiro) e ele me saiu com um axé! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


E por falar nisso hoje é aniversário deleeeeeeeeeee!!!!
\o/ vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Feliz aniversário Dani!
Eu não to aí pra te beijar e apertar suas bochechas magrinhas e mesmo se estivesse eu ainda não perdi o juízo completamente para cometer tamanha loucura suicida .... 
uhmmm.... a não ser q vc estivesse de mãos e pernas amarradas... uhmmmm...  acho q dá  pra  convencer minha mãe e a Érika a me ajudarem....  uhmmmm ... e se vc ficar muito bravo, eu posso correr e me trancar no banheiro q nem eu fazia quando era pequena... vc vai ficar lá chutando a porta uma meia hora... mas a porta aguenta... e depois vc vai cansar... eu dou uns minutinhos pra garantir e posso sair sã e salva... uhmmmm.... em  junho eu to área....  
... mas sinta-se devidamente beijado e apertado.
Muito de tudo de bom pra você!
muito das melhores coisas da vida...
muito forró
muitos amigos
muita cerveja
muito churrasco
muito trabalho na agência
muito amor de família
muito amor de érika
muito dinheiro
muito sucesso
muitas viagens a natal...
 ;)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Para o melhor pai do mundo


Hoje quero escrever sobre meu pai.
Amanhã é aniversário dele.
Uma das boas lembranças do meu tempo de criança éramos nós 4 deitados nos estilo mandruvás, como costumávamos nos deitar, uns com a cabeça na barriga dos outros e uma mistura de pernas que ficava, completamente, indistinguível saber qual era de quem. Isso acontecia quando íamos à praia, provavelmente na Bahia, que era pra onde íamos todos os anos, e vamos até hoje. Íamos de carro com caminhas estrategicamente montadas no assoalho do banco de trás, que permitiam a mim e ao Dani viajar dormindo confortavelmente.
Naquela época não se precisava usar cintos de segurança, cadeiras especiais para crianças pequenas, nada disso... acho que ainda não haviam inventando o acidente de automóvel. A vida era muito tranquila e boa e viajávamos de Uberlândia a Porto Seguro ao som de Luiz Gonzaga, Elba Ramalho e mais umas 2 ou 3 fitas cassetes guerreiras que nos acompanharam por anos a fio e que, com certeza, escolaram a mim e ao meu irmão na paixão pelo forró pé-de-serra. Minha mãe também levava algumas fitas do gosto dela, muito boas, por sinal, Gilberto Gil, Chico Buarque, Gal Costa.... mas a proporção com que eram ouvidas, nos dois dias de viagem, era de 1 vez a cada 10 repetições da Elba.
Enfim, deitávamos como mandruvás e pedíamos pra que meu pai nos contasse as histórias do seu tempo de menino, quando ainda morava em Petrolândia- PE  e minha mãe dizia: De novo????
 Ele contava as mesmas histórias que iam de molecagens que tinham a ver com um pedaço de pau que ele e os colegas passavam no cocô, a inundação da cidade, pelo rio São Francisco, até histórias de lampião protagonizadas por um tio dele, soldado, não sei bem, mas que ele chamava de “caçador de lampião”. Nós já conhecíamos essas histórias de cabo-a-rabo e já sabíamos cada detalhe antes mesmo dele falar, ainda assim adorávamos, e minha mãe ria e olhava pra ele com cara de “ah-meu-bem-para-de-inventar”. A gente nem ligava. Meu pai não mentia. Ficávamos horas com os olhos arregalados e os ouvidos atentos a cada palavra.
Hoje, depois de adulta percebo porque ele conseguia com que a gente prestasse tanta atenção às suas histórias. É um jeito dele de contar as coisas, assim, nos mínimos detalhes. O que ele pode resolver em uma frase do tipo: Preciso ir à casa de Licinha consertar a máquina de costura dela. Ele prefere dizer assim: Esses dias fui na casa da sua avó porque precisava levar uns remédios pra ela e o Totó (o cachorro que miava, de acordo com minha tia Gracinha, vê-se que a imaginação fértil é de família) tava lá e quando Licinha chegou,  Gracinha teve que prender o Totó porque ele tá maior que ela! Licinha disse que ele se parece demais com o cachorro dela só que o dela é menor e mais bravo e que outro dia rosnou para tia Djanira  que tinha ido lá fazer uma visita. Ela tomou um susto e bateu a mão, sem querer, na máquina de costura de Licinha e quebrou uma peça lá... Aí vou aproveitar que tenho que ir na oficina pagar o  Lourival... acredita que ele me cobrou uma fortuna por aquele conserto????? E já passo em Licinha pra consertar a máquina dela...
Isso é outra característica marcante do meu pai. Ele conserta tudo. Qualquer coisa que estiver quebrada, com mau contato nos fios, chiando, emperrada, cambeta, desafinada, desajustada, meu pai conserta. Aqui em casa, aguardamos ansiosamente o dia em que ele virá para consertar os trancos das portas, as lâmpadas que não querem acender, as torneiras que não param de pingar, a geladeira que tá derramando água... enfim... meu pai dá um jeito em tudo num piscar de olhos.
Outra boa lembrança eram as festas que não acabavam mais. De acordo com minha mãe herdei do meu pai o talento para boemia. Lembro-me dele sempre colocando a sanfona no porta-malas do carro. E minha mãe respirava fundo porque já sabia que a noite ia ser longa e que muito provavelmente nós seríamos os últimos a irmos embora da festa. E aí, chegava a minha hora preferida, a hora em que meu padrinho falava: Cunhadão, agora canta as músicas da sua terra! Ninguém sabia cantar, mas todo mundo adorava ouvir e ele me chamava e eu sentava do lado dele pra ajudar cantar as músicas de sempre: “O último pau de arara”, “Moxotó”, “Abc do sertão”, “Propriá” .... Ainda faço isso e adoro.
Eu sei que esse texto já tá enorme e tá com cara de que não vai acabar nunca... mas é aniversário do meu pai e eu não posso escrever sobre ele sem falar do quanto ele amado por todo mundo que o conhece.... meu pai é daquelas pessoas que não tem como vc não gostar. Nos seus aniversários ele não convida ninguém, não precisa. Minha mãe já manda logo fazer uma panelada gigante de galinhada, feijoada, ou alguma coisa assim, porque sabe que menos de 60 pessoas não aparecem por lá... é gente que não acaba mais... um entra e sai o dia inteiro e, um pico de concentração com recorde de mais pessoas por metro quadrado, na hora do jantar. 30 camisas é a média que ele ganha por aniversário. E não é só gente que gosta do meu pai não hein, tem bicho também.  Ele cuida do Junin (um salsicha carinhosamente apelidado, por mim, de Chatin) com o maior amor do mundo, assim como cuidou do Kim e como cuida das tartarugas que esticam o pescoço pra ele coçar e arranham suas pernas pra que ele as pegue no colo que nem cachorro faz ( eu não acreditava até ver com meus próprios olhos). Passei a minha vida toda vendo meu pai dedicar horas e muita paciência para cuidar de passarinhos adoentados em caixas de sapatos, preparar água doce para beija-flores, salvar mosquitos de afogamento em copos, retirar carinhosamente besouros de dentro de casa, conversar com maritacas e fazer amizade com qualquer bicho que se aproximasse.
Amanhã é o dia dele... que seja um dia especial porque meu pai é uma pessoa especial. Com certeza, uns dos filhos prediletos do Papai-do-céu e que merece toda felicidade e todo amor do mundo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

These songs of freedom

Algumas coisas não mudam nunca... mesmo com toda a distância do mundo.
Aprendi que mesmo estando tão longe... se vc tem a mente livre, é possível voar pra qualquer lugar e quando existe afeto, então, elas se conectam umas as outras e a gente é capaz de sentir a presença da pessoa querida...
Tive algumas experiências assim desde q me mudei pra cá....
Tenho falado com meus pais, pelo skype, quase todos os dias e eles me dão um informe diário sobre toda a família, sobre os vizinhos e os acontecimentos da cidade, eu conto minhas últimas novas receitas e cada “novidadezinha” q acontece, por menor q seja. A gente bate papo como batíamos na mesa do almoço todos os dias até um tempo atrás.
Outro dia recebi um presente de aniversário que me deixou muito emocionada. Uma festinha surpresa com direito a bolo, velinha e tudo mais! Pena q a aniversariante não pode degustar do bolo-brigadeirão e ficou chupando dedo. Mas a emoção foi a mesma de estar presente até minhas bochechas ficaram coradas na hora do parabéns, como de costume.
Tive também uma reunião fogo-de-palha como as de antigamente: muita conversa, muita fofoca, muitos assuntos “forrozísticos” e , como nunca pode faltar uma confusão nas nossas reuniões, um corre-corre danado para salvar o olho da Érika de um bicho-tesourinha desgovernado q o vento trouxe da rua direto pro olho da menina.
E pra completar, ontem tive uma experiência incrível. Encontrei um amigo no msn, conversa vai, conversa vem, ele disse q estava tomando uma cerveja pq o calor em Udi " tá brabo”. Aí me deu aquela vontade.... fui na cozinha e peguei uma pra mim também. Liguei a câmera pra mostrar meu violão novo e vi q ele tava comendo umas bolinhas... perguntei oq era e ele me mostrou um saquinho de amendoim japonês, exatamente igual ao q o Marcelo largou aqui em cima da mesa do computador esses dias.
Aí pronto! A festinha tava armada... comendo amendoim, tomando cervejinha, jogando conversa fora... quando vi já tava tocando violão de cá, mil musiquinhas de cifras fáceis.... passamos por Oswaldo Montenegro, Nando Reis, Beatles até q, finalmente, chegamos em Bob Marley...
Nessa fase a coisa já tava mais pra lá do q pra cá... e eu, com toda aquela empolgação de quem está exibindo pro coleguinha seu brinquedinho novo, disse : - Ahhhh, vou tocar “Redemption Song” q é tão lindinha.... e um dia aprendo a fazer aquele solinho.
O menino saiu e mais q depressa voltou com sua super flauta: - Peraí, deixa q eu faço!
Nóooooooooooooooooo aí eu pirei mesmo!!!!!!
Ele fazia o solinho de lá, eu cantava e tocava violão de cá....e a música dizia: these songs of freedom e eu pensava: liberdade... mentes conectadas...
A gente se divertiu e riu bastante... como fazíamos antes da mudança e como ainda fazemos quando nos encontramos. E no final, como não poderia faltar num bom sarau regado a muita cerveja e amendoins japoneses ele se levantou e perguntou : - Onde fica o banheiro masculino????

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Família é família!


Ontem fiquei de castigo na sala de espera de um consultório odontológico por intermináveis 2 hs. Peguei uma revista “Caras” q tinha por lá. Normalmente, só me interessa nessas revistas modelos de vestidos, ou pra sonhar em ter um igual ou pra dizer: - Puuuuts, como alguém consegue usar essa coisa horrorosa! - sempre as folheio rapidamente e sempre nessas ocasiões. E enquanto a senhora sentada ao meu lado (sempre tem uma senhora) está na primeira.... eu já vi as 5 q tinha e estou ansiosa pra q ela acabe de ler logo pra q eu possa ver a dela tbm.
Mas ontem foi diferente, a mocinha q preenche a agenda da dentista me fez o favor de não anotar meu nome e só depois de muita conversa e muita chateação a “doutora” resolveu me atender: - Mas só daqui umas 2hs- disse ela.
Como eu não queria fica lá à toa e as revistas disponíveis não eram muitas, peguei uma e fiz um trato com ela: - Vai ser a primeira vez q vou ler uma de vcs, portanto, seja gentil, e não acabe antes de chegar a minha vez de ser atendida.
E assim comecei. Li até as propagandas de carro e de loções pós-barba.
Até q vi uma foto de uma famosa q num lembro o nome com uma barriguinha meio feinha. A tal barriguinha me fez lembrar uma outra, muito minha conhecida, a minha.. E me fez decidir começar a malhar amanhã. Pensei: quero chegar bonita na praia, no final do ano, quando a família se reúne e se manda lá pros lados da Bahia.
Mas aí me veio a inquietação: eu já moro na praia.... eu fui a praia ontem mesmo.... pq essa agora de querer ficar magra pra praia do final do ano? oq essa praia tem de melhor do q a daqui? Pq é mais especial? Ainda mais indo com a família... aí é q eu não devia me preocupar mesmo.
Família é família... mesmo q vc não esteja linda e magra eles dirão q vc está. E mesmo q vc esteja linda, magra, esbelta, com os cabelos bem tratados e a pele morena hidratada, seu tio ainda vai querer q vc use creme pós-sol da Loreal; sua mãe vai querer q vc passe protetor solar de meia em meia hora; seu irmão vai inventar uma história de pescaria e sumir com seu marido por horas até sua cabeça encher de cabelos brancos de tanta preocupação; seu marido vai te fazer aquela proposta indecorosa de correr na praia todos os dias as 7 da matina; seu outro tio vai assar aquela carninha no final da tarde e sua tia vai fazer aquele arrozinho delicioso, q vão acabar com sua dieta; seus sobrinhos vão querer ser pisoteados atrás do trio elétrico e o pai deles só vai deixar se vc for junto; seu pai vai pegar a sanfona e tocar todas aquelas músicas q vc ouve desde pequena e sua cunhada vai lá no seu quarto, na hora mais importante da novela, te chamar pra cantar com o pessoal enquanto toma aquela cervejinha gelada; e sabe aquela foto linda q vc tirou e q vai botar na moldura? Não vai mais... seu irmão mais novo te colocou chifrinho; os homens da família, numa tentativa desesperada de tirarem suas mulheres do sério, vão se unir e fundar um movimento do machões sei lá oq, q vai te dar cólicas de tanto rir; e se brincar vc ainda leva um prêmio de 2ª esposa mais mandona da viagem, perdendo só pra sua própria mãe...
Puuuuuuuuuuuuuuuuuura diversão!!!!!!!
A revista cumpriu o trato, a dentista me chamou antes q pudesse terminar de lê-la, mas não antes de descobrir o q a praia do final do ano tem de tão especial!!!!
Ahhhh, sabe aquela vontade de começar a malhar? Já passou. Rs

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pq ninguém acredita em mim...


Uma vez me disseram q se não acreditam no q vc diz mesmo quando vc está dizendo a mais pura verdade... mau sinal!
Se vc é daqueles q vive a se perguntar “pq ninguém acredita em mim?”, eu andei pensando no assunto e aí vão algumas dicas:
* Pode ser q vc minta muito e esteja ficando q nem o Pedrinho da história “Pedrinho e o lobo”, totalmente sem credibilidade.
* Pode ser tbm q vc esteja comendo desesperadamente uma caixa inteira de bombons ao mesmo tempo em q diz:- Eu não sou viciada em chocolate, tá, gente!.... Assim fica difícil acreditar mesmo.
* Pode ser q vc tenha pescado um peixe enorme, daqueles bem grande mesmo. Nesse caso, não conte nunca a ninguém... guarde esse segredo só pra vc.... Primeiro pq não adianta contar, ninguém vai acreditar e segundo pq isso ainda vai contribuir negativamente quando vc quiser compartilhar outras peripécias.
* Pode ser q, sem notar, vc faça uma carinha marota com um sorrizinho de lado assim q termina de contar sua história pra pessoa... Ela, com certeza, vai achar q tá sendo engambelada.
* Agora se vc rir descontroladamente, q nem eu fiz no dia em q o Dani espirrou água na Diane e ela pensou q fosse eu, aí com certeza ninguém vai acreditar em vc... vai por mim... experiência própria.
Quando estiver sendo acusado o ideal é q vc não ria, não sorria, e muito menos dê gargalhadas quando for contar sua lorota, ops... quer dizer ... sua história. Não vire os olhos pra cima, não engula em seco e principalmente nunca diga: - Ehhh... qual foi a pergunta mesmo?
Mas se quer saber mesmo? Não esquenta... deixa isso pra lá....essa história de mau sinal também não é bem assim.... tudo é muito relativo.
Mau pra quem? Pra vc, q mesmo dizendo a verdade, tá se passando por mentiroso ou pro coitado q não acreditou quando vc disse q não podia nadar ali pq tava cheio de tubarões?
Hein? Hein?
Eu prefiro mil vezes ser chamada de mentirosa do q virar comida de tubarão!!!

foto retirada de www.pescasemfronteiras.com.br